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Desse escopo completo, coube à BMS o desenvolvimento dos módulos
Plano de Serviço e Ordem de Serviço. Os módulos
de Cadastro, Segurança, Plano de Inspeção e Ordem
de Inspeção já estavam praticamente prontos no
momento em que a CST contratou os serviços da BMS. Até
então, a CST utilizava, há vários anos, um Sistema
de Manutenção que rodava na plataforma mainframe. Os
módulos implementados pela BMS, Plano de Serviço e Ordem
de Serviço, mais os outros seis módulos, formam o novo
Sistema de Manutenção - SISMANA, que veio substituir
o sistema antigo em mainframe. Os módulos implementados pela
BMS finalizam o downsizing do Sistema de Manutenção
e permitem que o sistema atenda às necessidades do novo Laminador
de Tiras a Quente e a todo o parque de equipamentos da empresa. O
SISMANA foi desenvolvido para plataforma cliente/servidor, com banco
de dados relacional Sybase e linguagem de desenvolvimento Visual Basic.
O projeto se iniciou em novembro de 2001, quando a CST disponibilizou
para a BMS as especificações funcionais dos dois módulos
(telas contendo regras do negócio). Coube à BMS iniciar
suas atividades no projeto através da validação
funcional e técnica dessas especificações. Posteriormente,
a empresa iniciou o desenvolvimento do sistema propriamente dito,
através da execução dos projetos lógico
e físico, implantação e operação
assistida.
Nesse primeiro momento, a BMS disponibilizou um consultor especialista
em Manutenção e um analista funcional para validar a
documentação do sistema recebida da CST. Após
essa validação, foram disponibilizados pela empresa,
no princípio, três analistas funcionais para executar
os projetos lógico e físico do sistema. Para a fase
de construção (codificação das funcionalidades),
a BMS utilizou a estrutura de fábrica de software, disponibilizando
os recursos de construção conforme a demanda do projeto.
Para atender o curto prazo para a implantação do sistema,
outros analistas funcionais e vários analistas de construção
foram alocados nessa fase, quando várias frentes de trabalho
ocorreram em paralelo.
Segundo Cristiano Marques, analista de construção, "o
trabalho em equipe foi essencial para o sucesso do projeto. A arquitetura
utilizada na construção do SISMANA foi fundamental para
que essa etapa, devido ao elevado número de programadores e
ao processo paralelo de desenvolvimento, não fosse feita de
maneira desorganizada".
O Sistema de Manutenção é de extrema importância
para a CST, já que a manutenção de equipamentos
é um processo que faz parte da linha de produção
da empresa. Uma das premissas lançadas pela CST para a execução
desse projeto pela BMS foi com relação à criticidade,
devido ao pouco tempo para sua execução. O motivo é
que a empresa deveria estar com todos os módulos prontos para
atender o novo Laminador de Tiras a Quente adquirido pela CST, que
começaria a funcionar em meados de 2002.
Devido à grande complexidade do sistema e ao grande número
de funcionalidades a serem desenvolvidas, e para atender à
premissa de implantação do SISMANA anterior à
entrada em produção do novo Laminador, optou-se pela
divisão do projeto em duas etapas. Na primeira e mais urgente,
entrariam todas as funcionalidades que seriam necessárias para
o completo planejamento das atividades de manutenção
do novo laminador. A implantação e a aprovação
da primeira etapa do SISMANA foram finalizadas em agosto de 2002.
Fazia parte da segunda etapa o restante das funcionalidades que compõem
os módulos Plano de Serviço e Ordem de Serviço.
A implantação e a aprovação da segunda
etapa do SISMANA, sem a função Programação
Gráfica, foram finalizadas em novembro de 2002.
"Acho que o ponto crítico desse projeto era o compromisso
que nós tínhamos em desenvolver um projeto extremamente
complexo num curto espaço de tempo. Tivemos que colocar um
grande número de profissionais trabalhando em conjunto, através
de frentes paralelas, para desenvolvimento de um sistema que era totalmente
integrado, num universo de diferentes cenários de utilização.
Não podíamos falhar quanto à premissa de implantação
do SISMANA anteriormente à entrada em produção
do novo Laminador da CST. Gerenciar todas essas variáveis de
forma a garantir que a implementação e implantação
desse projeto obtivessem sucesso foi realmente muito estimulante e
desafiador. Em contrapartida, o fato de termos conhecimento e vivência
no que diz respeito ao assunto siderurgia, foi um facilitador para
a BMS", disse Andrei Bosco, gerente de desenvolvimento de aplicativos
da BMS e gerente do projeto SISMANA
"O programa trouxe várias vantagens às atividades
realizadas no dia-a-dia dos usuários, como: fácil acesso
aos dados; possibilidade de abrir mais de um módulo instantaneamente;
facilidade de pesquisas; padronização de ações;
gerenciamento dos equipamentos por meio de correlação
de dados e controle por tendência; maior controle das atividades;
fácil inserção de figuras que podem ser importadas
de outros programas e maior adaptação à cultura
da empresa, já que foi elaborado em conjunto com os usuários.
Escolhemos a BMS pela metodologia de desenvolvimento, utilização
do conceito "fábrica de software", estrutura da empresa
e posicionamento/visibilidade técnica da empresa no mercado".
Antônio
Braga - Analista de TI da CST
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